O Caixão Vazio

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    Na escuridão da noite,
    Sob a luz da lua pálida,
    Um caixão vazio é carregado,
    Por um cortejo fúnebre em fila.

    Os corações apertados,
    Lágrimas silenciosas rolam,
    Pelo que ali não está,
    Pelo vazio que agora sobra.

    Mas o caixão está vazio,
    E onde antes havia um corpo,
    Agora há apenas a ausência,
    Um mistério que se prolonga.

    Há algo de errado,
    No ar que se respira,
    E uma sensação de inquietude,
    Que só a morte inspira.
    Os olhos procuram em vão,
    O corpo que deveria estar ali,
    Mas há apenas o vazio,
    E a pergunta que nunca se desfaz: por que?

    Seria um engano,
    Uma falha no sistema,
    Ou a prova de algo mais,
    Um mistério que permanece esquálido.

    O caixão vazio é o sinal,
    De um enigma sem solução,
    Que deixa os corações pesados,
    E a mente em confusão.

    Pois a morte não é só ausência,
    Mas também uma porta aberta,
    Que leva a caminhos desconhecidos,
    E a um destino que ninguém acerta.

    E o caixão vazio é o lembrete,
    De que mesmo na morte,
    Há mistérios que ficam sem solução,
    E perguntas sem resposta que ficam na nossa sorte.
    Gustavo José
    Gustavo José Fascinado pelo mundo do terror e do suspense, sou o fundador do blog Terror Total, onde trago histórias envolventes e arrepiantes para os leitores ávidos por emoções fortes.

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